Post Punk

4 nov

Gosto muito de Pós Punk. Sou Pós punk. Acho que no começo envergonhava meu irmão menor no colégio usando preto que nem o personagem de novela, o Greg, um Gabus Mendes, que era pra ser punk, mas não era. Eu ouvia The Cure, Echo & the Bunnymen e Siouxie and the Banshees. Basicamente. E aí o B52 me salvou, e os Talking Heads, e depois Blondie e descobri um monte de gente legal que tinha aprendido a tocar com Sex Pistols mas acabou trocando a revolta pela ironia e/ou melancolia.

Hoje sigo gostando dessa mistura de som pulsante, herdeiro do Krautrock, aqueles alemães que tocavam como um ritmo africano repetitivo, com essa auto-ironia saudável, new wave, que faz tanta falta no rock SEMPRE.

E redescobri um dj que toca muito disso que falo, mas em um milhão de bandas que nunca tinha ouvido, velhas e novas. Rory Phillips. Na bio diz que tocava em em uma banda Ska Punk, The Impossibles…Well, já gostava de pular.

Me sinto super não estamos sós mesmo, ouvindo esse cara. E tem uns podcasts e  remixes ótimos. Toca na Durr, que ressucita a Trash, uma festa emblemática de Londres, que acabou. Ele seguiu bombando pela interné e várias pistas all around.

O Pablo, meu irmão menor, também curte.

O site do fulano.

http://roryphillips.com/

Um remix.

E outro

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